O que este senhor acabou de referir, faz-me lembrar aquele "incidente" de há uns anos, que ficou conhecido pela história da "cegonha" ( lembram-se ? ) em que, [ oficialmente ] uma cegonha causou um curto circuito ( nas linhas de alta tensão ) e consequentemente, o "desarme" em cascata das linhas, deixando muita gente às escuras...
{ agora digam lá se o "chatoGPT" era capaz de fazer esta ligação?

lembrem-se, a tecnologia deve existir para assistir o ser humano, nunca para o substituir!... }
btt, o problema dos disjuntores, é a que a génese do propósito da sua instalação não é verdadeiramente proteger as instalações, mas sim a rede dos problemas que possam ocorrer nas instalações... apenas os diferenciais cobrem [ supostamente ] essa área de proteger o individuo; mas não deixam de ser disjuntores na sua essência, se é que me faço entender; para evitar os disparos em cascata, teria de ser um dispositivo "inteligente" que medisse continuamente as correntes de cada condutor e tivesse ainda "memória" para "perceber" há quanto tempo é que uma situação de "anomalia" se mantinha [ quando eu digo "tempo", estou a falar em ordens de grandeza de poucos milisegundos... ]; na prática, teria de ser um microcontrolador a "vigiar" as correntes, para actuar o mais depressa possível...