Questão sobre relés
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helioneves
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Questão sobre relés
[ Não sei bem se é nesta secção que este post deve ir, mas cá vai... ]
Tenho uma dúvida sobre relés de corrente alternada: tenho uns quantos relés de uma certa marca [ que não sei se deva dizer qual ] cuja bobine é para 230V, 50Hz e que medindo com o multímetro e fazendo as continhas, cheguei aos seguintes valores: 28kOhms de resistência e 105Henrys de indutância ( não sei se os valores estão de acordo com os parâmetros do fabricante, mas para aqui vai ter de chegar ). Ora, tive a ideia de usar um relé mas em vez de o usar em corrente alterna, usar em corrente continua... a questão que se coloca é, que valores devo considerar para o funcionamento em CC? Isto é, os 5,3mA de corrente eficaz que percorrem a bobine em AC devem ser os mesmos que em corrente [ retificada ] média devem igualmente percorrer a bobine para um comportamento eletromagnético semelhante/equivalente ao funcionamento em AC? Por exemplo, quando ligo dois relés em série, ambos atraem as armaduras ( em AC ), mas é no limite da atração, que é como quem diz que 2,65mA é a corrente mínima de "atracamento" em AC...
Há outra "razão" para não ultrapassar esse valor de corrente ( máxima ) na bobine: o calor desenvolvido pela corrente por efeito de Joule na bobine; mais corrente significa mais calor e o relé é projectado para dissipar apenas determinada potencia...
Tendo esse "principio" em mente, "idealizei" este circuito para fazer a "equivalência" para o funcionamento em DC. Só que ainda assim tenho mais uma dúvida: no funcionamento em AC a armadura é sucessivamente sujeita a campos magnéticos alternados, coisa que o funcionamento em corrente continua não faz, antes pelo contrário, o campo tem sempre o mesmo sentido, podendo dar-se o caso da armadura ficar polarizada com o passar do tempo... se bem que também há relés para corrente continua, mas não sei quais as diferenças em termos dos materiais usados e construção...
A vantagem da "conversão" de AC para DC, é que ao usar a resistência para limitar a corrente na bobine do relé, em conjugação com o condensador para "estabilizar" a tensão, consigo criar um "slow_acting_relay" com o circuito...
A minha ideia tem pernas para andar, ou nem por isso?
Tenho uma dúvida sobre relés de corrente alternada: tenho uns quantos relés de uma certa marca [ que não sei se deva dizer qual ] cuja bobine é para 230V, 50Hz e que medindo com o multímetro e fazendo as continhas, cheguei aos seguintes valores: 28kOhms de resistência e 105Henrys de indutância ( não sei se os valores estão de acordo com os parâmetros do fabricante, mas para aqui vai ter de chegar ). Ora, tive a ideia de usar um relé mas em vez de o usar em corrente alterna, usar em corrente continua... a questão que se coloca é, que valores devo considerar para o funcionamento em CC? Isto é, os 5,3mA de corrente eficaz que percorrem a bobine em AC devem ser os mesmos que em corrente [ retificada ] média devem igualmente percorrer a bobine para um comportamento eletromagnético semelhante/equivalente ao funcionamento em AC? Por exemplo, quando ligo dois relés em série, ambos atraem as armaduras ( em AC ), mas é no limite da atração, que é como quem diz que 2,65mA é a corrente mínima de "atracamento" em AC...
Há outra "razão" para não ultrapassar esse valor de corrente ( máxima ) na bobine: o calor desenvolvido pela corrente por efeito de Joule na bobine; mais corrente significa mais calor e o relé é projectado para dissipar apenas determinada potencia...
Tendo esse "principio" em mente, "idealizei" este circuito para fazer a "equivalência" para o funcionamento em DC. Só que ainda assim tenho mais uma dúvida: no funcionamento em AC a armadura é sucessivamente sujeita a campos magnéticos alternados, coisa que o funcionamento em corrente continua não faz, antes pelo contrário, o campo tem sempre o mesmo sentido, podendo dar-se o caso da armadura ficar polarizada com o passar do tempo... se bem que também há relés para corrente continua, mas não sei quais as diferenças em termos dos materiais usados e construção...
A vantagem da "conversão" de AC para DC, é que ao usar a resistência para limitar a corrente na bobine do relé, em conjugação com o condensador para "estabilizar" a tensão, consigo criar um "slow_acting_relay" com o circuito...
A minha ideia tem pernas para andar, ou nem por isso?
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Re: Questão sobre relés
assim que tiver tempo respondo heheh a ver se não me esqueço( honestamente quando lhe respondi em privado, pensava que estava referir-se ao do motor de portão que é outro tópico que tem em aberto) sendo assim talvez no fim de semana, se não me der de andar a dessolar componentes de PCBs ou melhor, fumar estanho cof cof...
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Re: Questão sobre relés
se ainda fosse só estanho que você fumasse... fuma também vapores de chumbo [ que é uma coisa que faz maravilhas pelo sistema nervoso central... ]
é tão "revigorante", que ditou o fim da gasolina "Super"...
{ senhores, caríssimos colegas deste ilustre fórum; espero diligentemente que manifestem as vossas opiniões à imagem do que fazem noutros tópicos... ou é por ser um post da minha autoria?...
}
é tão "revigorante", que ditou o fim da gasolina "Super"...
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Re: Questão sobre relés
Hahaha, felizmente não fumo nem tenho outros vícios “não saudáveis”helioneves Escreveu: 25 mar 2026, 13:52 se ainda fosse só estanho que você fumasse... fuma também vapores de chumbo [ que é uma coisa que faz maravilhas pelo sistema nervoso central... ]
é tão "revigorante", que ditou o fim da gasolina "Super"...
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Re: Questão sobre relés
[ acerca do fumar e dos vícios "não saudáveis"... ]
Conta-se que Fernando Pessoa tinha um amigo ( tal como todos os fumadores têm sempre um amigo que reprova e faz de tudo para que ele deixe de fumar... ) que lhe moia o juízo para que deixasse de fumar... sempre que tomava conhecimento de uma nova noticia que solidificava essa afirmação de que "Fumar faz mal à saúde", ele corria a dar a "má nova" a Fernando Pessoa, na esperança que fosse dessa que ele abandonasse o tabaco...
Um dia, chega junto do amigo e diz-lhe " E fica sabendo, Fernando, que além de tudo o que já te disse que o tabaco faz de mal, descobriu-se agora que causa também impotência!! " Ao que Pessoa lhe responde, " Pois aí tens, mais uma razão para eu fumar mais ainda, para tirar força à verga... "
Conta-se que Fernando Pessoa tinha um amigo ( tal como todos os fumadores têm sempre um amigo que reprova e faz de tudo para que ele deixe de fumar... ) que lhe moia o juízo para que deixasse de fumar... sempre que tomava conhecimento de uma nova noticia que solidificava essa afirmação de que "Fumar faz mal à saúde", ele corria a dar a "má nova" a Fernando Pessoa, na esperança que fosse dessa que ele abandonasse o tabaco...
Um dia, chega junto do amigo e diz-lhe " E fica sabendo, Fernando, que além de tudo o que já te disse que o tabaco faz de mal, descobriu-se agora que causa também impotência!! " Ao que Pessoa lhe responde, " Pois aí tens, mais uma razão para eu fumar mais ainda, para tirar força à verga... "
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Re: Questão sobre relés
[ deixo aqui um apelo a quem de direito a que aumentem o "timeout" para que ainda se possa fazer "edit" aos posts sem ter de fazer o mesmo que neste momento estou a fazer- que é criar mais um post desnecessariamente... ]
Em relação ao tal "tópico" de que o Mestre Verde fala, é aquele que diz "Limitação corrente arranque motor" na secção "Electricidade"; foi a partir desse "problema" que lá refiro, que me surgiu a ideia de converter o relé que é fabricado para ser accionado por 230V 50Hz, para funcionar entretanto em corrente continua, sendo que o circuito usado para fazer isso tem "propriedades" de "slow acting relay", podendo desse modo atrasar o instante em que o relé efetivamente fecha os contactos... mas, tal como enuncio no post, tenho algumas dúvidas acerca do funcionamento desse relé em CC bem como os "efeitos a longo prazo"...
Back 2 comments:
Não é preciso nenhum controlo PWM para as ventoinhas; se acha que elas puxam demasiado ar, basta apenas posiciona-las mais afastadas do local onde trabalha... pelo menos, é assim que eu faço... se bem que comigo, a minha queixa é de que não puxam fumo suficiente...
Em relação ao tal "tópico" de que o Mestre Verde fala, é aquele que diz "Limitação corrente arranque motor" na secção "Electricidade"; foi a partir desse "problema" que lá refiro, que me surgiu a ideia de converter o relé que é fabricado para ser accionado por 230V 50Hz, para funcionar entretanto em corrente continua, sendo que o circuito usado para fazer isso tem "propriedades" de "slow acting relay", podendo desse modo atrasar o instante em que o relé efetivamente fecha os contactos... mas, tal como enuncio no post, tenho algumas dúvidas acerca do funcionamento desse relé em CC bem como os "efeitos a longo prazo"...
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Não é preciso nenhum controlo PWM para as ventoinhas; se acha que elas puxam demasiado ar, basta apenas posiciona-las mais afastadas do local onde trabalha... pelo menos, é assim que eu faço... se bem que comigo, a minha queixa é de que não puxam fumo suficiente...
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Re: Questão sobre relés
É assim: pode explicar-me o que é um "slow_acting_relay"? Nunca trabalhei com um nem sequer tinha ouvido falar de tipo de relê.
Não lhe sei dizer ao certo qual é a tensão máxima em DC para um relé, mas penso que seja, no máximo, cerca de 30V. Acho que nunca usei um relé que funcione com corrente alternada; já utilizei um relé DC de 24V, mas nunca testei esse tipo de situação. Os únicos que posso testar são aqueles relés de PCB(tenho bastantes), mas não sei se é a esses que se refere ou se está a falar daqueles que vêm com shield, normalmente azuis.
No que toca à corrente (I), deve existir, sim, uma corrente mínima aceitável, pois é a corrente que passa na bobina que gera o campo magnético; se não for suficiente, não consegue atrair ou afastar o contacto. Também não sei muito sobre os efeitos do magnetismo nos materiais (não estudei esse assunto), por isso não tenho conhecimento sobre os efeitos que sofrem — apenas sei a parte relacionada com os eletrões, que é o que é suposto saber.
Nota: Quanto aso triacs, sou sincero, não tenho "nivel" suficiente para dar a minha opinião sobre a sua ideia naquele circuito do motor, há coisas que ainda não compreendo no circuito, e quando mostrou aquele com 2 TRIACs baralhou-me todo
Não lhe sei dizer ao certo qual é a tensão máxima em DC para um relé, mas penso que seja, no máximo, cerca de 30V. Acho que nunca usei um relé que funcione com corrente alternada; já utilizei um relé DC de 24V, mas nunca testei esse tipo de situação. Os únicos que posso testar são aqueles relés de PCB(tenho bastantes), mas não sei se é a esses que se refere ou se está a falar daqueles que vêm com shield, normalmente azuis.
No que toca à corrente (I), deve existir, sim, uma corrente mínima aceitável, pois é a corrente que passa na bobina que gera o campo magnético; se não for suficiente, não consegue atrair ou afastar o contacto. Também não sei muito sobre os efeitos do magnetismo nos materiais (não estudei esse assunto), por isso não tenho conhecimento sobre os efeitos que sofrem — apenas sei a parte relacionada com os eletrões, que é o que é suposto saber.
Nota: Quanto aso triacs, sou sincero, não tenho "nivel" suficiente para dar a minha opinião sobre a sua ideia naquele circuito do motor, há coisas que ainda não compreendo no circuito, e quando mostrou aquele com 2 TRIACs baralhou-me todo
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Re: Questão sobre relés
O "circuito" que está representado neste tópico configura um "Slow Acting Relay", ou seja, ou "relé de actuação retardada" { o nome assenta na perfeição - aliás, como [ quase ] todos os nomes que os ingleses criam...
}; para si, julgo que deve ser imediato entender o funcionamento da "coisa"... o condensador em paralelo com o relé propriamente dito ( que nesta figura é representado pela resistência de 28k ohms em série com a indutância de 105 Henrys ), em conjunto com a resistência ( em série ) de 15K ohms faz com que a tensão aos terminais do relé aumente gradualmente ( e consequentemente a corrente suba também progressivamente até ao valor tal que faz o "atracamento" da armadura que fecha ( ou abre, consoante seja o tipo do relé ) o contacto do circuito a controlar... os microondas mais baratuchos usam um circuito idêntico para "limitar" o pico da corrente no instante que o transformador de alta-tensão é "alimentado" ( para saber mais, veja um tópico que está para aí em que eu digo os valores mais usuais nesses circuitos... ) "shuntando" ( uma fração de segundo depois ) uma resistência em série com o transformador...
O tópico onde falo disso:
"Diodo alta tensão microondas"
"viewtopic.php?p=148667#p148667"
No outro tópico, ( no da " Limitação da corrente de arranque do motor " --- "viewtopic.php?p=148778#p148778" ) na imagem onde aparece escrito "slow_relay", eu deveria ter escrito "slow_acting_relay" [ para ser mais rigoroso ]; nesse circuito, o relé propriamente dito é representado pela resistência de 1.1k ohms e pela indutância de 1 Henry [ para ser sincero, não faço ideia qual o valor dela, atirei para o ar... ]; a lógica é a mesma, uma resistência em série, um condensador, e o zener está lá por causa de estabilizar a tensão para que não suba mais que a conta... aliás, eu digo nesse tópico isso mesmo, era para "aproveitar" um circuito de um microondas para usar ali naquele "projecto"...
a diferença, é que os relés que são usados nesses "slow_acting_relays" ( dos microondas ), são quase sempre de corrente continua e de 24V... no meu post [ em que pretendo converter o relé preparado para funcionar em 230V, 50Hz, num de acção retardada em DC ], a principal razão prende-se com o facto do(s) relé(s) que eu tenho ser desmontável e a cobertura ser transparente, dando assim para ver o "estado da arte" dos contactos sem ter de "abrir" o relé só para ver como estão... o pior, é que o fabricante deve-se ter apercebido da "mama" que estava a dar, e passou a "selar" a cobertura para não deixar desmontar o relé para fazer manutenção aos contactos... { são uma cambada de filhos da ****!!... }
Ainda em relação aos relés, também existem relés de corrente continua para 12V ( que consomem mais corrente que os de 24V ) e julgo que [ ainda ] existem de 6V também DC... em tempos, também existiram de 48V, mas não sei se ainda se vendem...
O tópico onde falo disso:
"Diodo alta tensão microondas"
"viewtopic.php?p=148667#p148667"
No outro tópico, ( no da " Limitação da corrente de arranque do motor " --- "viewtopic.php?p=148778#p148778" ) na imagem onde aparece escrito "slow_relay", eu deveria ter escrito "slow_acting_relay" [ para ser mais rigoroso ]; nesse circuito, o relé propriamente dito é representado pela resistência de 1.1k ohms e pela indutância de 1 Henry [ para ser sincero, não faço ideia qual o valor dela, atirei para o ar... ]; a lógica é a mesma, uma resistência em série, um condensador, e o zener está lá por causa de estabilizar a tensão para que não suba mais que a conta... aliás, eu digo nesse tópico isso mesmo, era para "aproveitar" um circuito de um microondas para usar ali naquele "projecto"...
Ainda em relação aos relés, também existem relés de corrente continua para 12V ( que consomem mais corrente que os de 24V ) e julgo que [ ainda ] existem de 6V também DC... em tempos, também existiram de 48V, mas não sei se ainda se vendem...
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Re: Questão sobre relés
[ isto vai parecer um bocado "cocó", mas já agora fica aqui o "tutorial" completo... ]
O primeiro esquema diz respeito ao relé em "funcionamento normal", em corrente alternada, 230V, 50Hz, para o qual ele é fabricado;
O segundo esquema, é o mesmo relé, inserido num circuito que rectifica a corrente, e lhe confere o tal "atraso" na actuação... { o resto das considerações, já escrevi antes no inicio do tópico...}
Agora, falta alguém, com conhecimentos em propriedades dos materiais (electro)magnéticos, dizer se a operação neste circuito [ a longo prazo ] o vai comprometer e às suas características... { que foi o motivo que me levou a criar o tópico... }
Pontos de eventual problema: o funcionamento em AC, obriga a usar material magnético com determinada curva de histerese, que pode vir a dar problemas quando a bobine do relé for percorrida apenas e exclusivamente por corrente num só sentido ( ou seja, risco da magnetização permanente do material do núcleo e armadura; que pode implicar que o ponto do valor de corrente que inicialmente fazia a armadura atrair, com o passar do tempo de funcionamento, passa a ser mais baixo, logo, mais "rápido"/mais "cedo" que o contacto é fechado... )
O primeiro esquema diz respeito ao relé em "funcionamento normal", em corrente alternada, 230V, 50Hz, para o qual ele é fabricado;
O segundo esquema, é o mesmo relé, inserido num circuito que rectifica a corrente, e lhe confere o tal "atraso" na actuação... { o resto das considerações, já escrevi antes no inicio do tópico...}
Agora, falta alguém, com conhecimentos em propriedades dos materiais (electro)magnéticos, dizer se a operação neste circuito [ a longo prazo ] o vai comprometer e às suas características... { que foi o motivo que me levou a criar o tópico... }
Pontos de eventual problema: o funcionamento em AC, obriga a usar material magnético com determinada curva de histerese, que pode vir a dar problemas quando a bobine do relé for percorrida apenas e exclusivamente por corrente num só sentido ( ou seja, risco da magnetização permanente do material do núcleo e armadura; que pode implicar que o ponto do valor de corrente que inicialmente fazia a armadura atrair, com o passar do tempo de funcionamento, passa a ser mais baixo, logo, mais "rápido"/mais "cedo" que o contacto é fechado... )
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