Parlamento contra acordo anti-pirataria

gtavares
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Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por gtavares » 11 mar 2010, 15:29

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Parlamento contra acordo anti-pirataria
Publicado por Casa dos Bits há 3 horas e 2 minutos | 7 comentários

O Parlamento Europeu ameaçou recorrer ao Tribunal Europeu da Justiça se a adesão da União Europeia a um acordo anti-pirataria, que está a ser preparado com vários países, se concretizar.

O assunto foi discutido no órgão legislativo, segundo informação veiculada pelo EurActiv, com a maioria dos deputados (663) a votarem contra o Anti-Counterfeiting Trade Agreement (ACTA), um acordo com contornos de secretismo que terá começado a ser arquitectado há dois anos atrás, com a intenção de estabelecer normas internacionais para os direitos de propriedade intelectual.

Entre outras medidas, o ACTA determina que os fornecedores de Internet fiquem responsáveis por penalizar os utilizadores que descarregarem conteúdos ilegais, sempre que estes estejam informados das possíveis sanções.

Enquanto o organismo de Bruxelas que junta os ISP, o EurolSPA, garante que a UE está considerar tais propostas, o comissário europeu para o Comércio, Karel de Gucht, já veio desmentir as negociações, onde estão supostamente envolvidos países como os Estados Unidos, México, Austrália ou Coreia do Sul.

Recorde-se que as normas para a União Europeia, aprovadas depois de intensas negociações, qualificam os fornecedores de acesso à Internet como meros canais de informação, e não como responsáveis pelos conteúdos que os utilizadores troquem através dos mesmos.

Fonte: sapo-Tek


Para que serve a internet rápida? Para fazer downloads. Se uma pessoa se vir limitada a efectuar downloads, eu serei o primeiro a terminar com o contrato que tenho com o meu fornecedor de internet e mudar para um pacote economico. Para consulta sites e ver o email, não preciso de internet a grande velocidade.



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carlos_cfr7
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Re: Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por carlos_cfr7 » 05 abr 2010, 12:09

a maioria das pessoas tem internet rapida para pirataria, todos nos sabemos isso.
Legalmente isso é roubo, e contra isso nao ha argumentos possiveis. A PJ devia procurar e aplicar multas/prisao a quem rouba quer pela internet quer no mundo fisico..
La porque é facil roubar e ninguem faz nada, nao quer dizer que seja legal. ninguem gosta de trabalhar de graça.

Empresas que demoram talvez ate anos a desenvolver um programa, nao gostam nada de ver o seu trabalho oferecido à distancia de um click, nem quem faz os filmes.

Em empresas, pirataria tem um preço caro, em particulares ainda estamos à vontade, mas isto qualquer dia muda. os autores de programas e conteudo audio-visual qualquer dia convencem o governo...
a internet rapida continuará a fazer falta para descarregar os filmes, ou para ver em streaming, mas é preciso pagar qq coisa..

Tambem uso pirataria mas compreendo o lado do autores. enquanto nao começarem a andar em cima do que os particulares tiram da net, vai-s aproveitando.
mas acho que o governo devia intervir.
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nokPT
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Re: Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por nokPT » 07 abr 2010, 09:04

Oficialmente, toda a "gente" é contra a pirataria, mas o que seria hoje a Microsoft sem a pirataria? O grande mérito da Microsoft foi "oferecer" cópias piratas a utilizadores privados e obrigar os utilizadores profissionais ou empresariais a pagar, ao oferecer uma cópia pirata a funcionar em pleno a um utilizador particular está a blindar a entrada de outros programas nas empresas. Ou seja, se podes e usas Windows e Office em casa (de graça) vais querer o mesmo na empresa, porque é o que conheces, é onde te sentes à vontade e é onde estás mais produtivo.

A Microsoft cresceu e abafou a concorrência (Unix, OS2, Mac, etc...) graças a está técnica.

Quando tiveres que pagar 150€ + 500€ (ou mais) por um Windows OEM mais Office para usar no teu computador particular em casa, vais pensar duas vezes, e se calhar vais pensar em alternativas e se calhar a Microsoft, Autodesk (e outras) têm mais a perder do que a ganhar, apesar de oficialmente serem contra a pirataria.

Mas imagina que efectivamente a luta contra a pirataria é um sucesso, estás disposto a pagar mais pelo software do que pelo computador? Se calhar, não. Se calhar olhas para o Linux com outros olhos, porque para ver emails, escrever umas cartas, fazer umas tabelas, etc... não necessitas de um super programa. Imagina que começas a usar a sério o Linux em casa, vais querer usar Microsoft na empresa? Necessitas de usar Microsoft na Empresa? Será que não havendo pirataria trará assim tanto lucro? (Off-topic: É como a EDP uma empresa produtora de electricidade estar a oferecer lâmpadas economizadoras, oficialmente todos somes ecologistas)

Eu faço software profissionalmente e compreendo completamente a questão da pirataria do ponto de vista dos produtores, mas acho que é uma discussão que não leva a lado nenhum, é apenas show-off.

Outra questão, é a parte dos filmes (e eventualmente da música), aqui pode-se dizer que efectivamente a pirataria acabou com alguns negócio, como por exemplo o aluguer de filmes, mas não quer dizer que se não houvesse pirataria essas empresas não teriam fechado...
Ricardo Timóteo

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Re: Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por gtavares » 07 abr 2010, 09:36

nokPT Escreveu:Oficialmente, toda a "gente" é contra a pirataria, mas o que seria hoje a Microsoft sem a pirataria? O grande mérito da Microsoft foi "oferecer" cópias piratas a utilizadores privados e obrigar os utilizadores profissionais ou empresariais a pagar, ao oferecer uma cópia pirata a funcionar em pleno a um utilizador particular está a blindar a entrada de outros programas nas empresas. Ou seja, se podes e usas Windows e Office em casa (de graça) vais querer o mesmo na empresa, porque é o que conheces, é onde te sentes à vontade e é onde estás mais produtivo.

A Microsoft cresceu e abafou a concorrência (Unix, OS2, Mac, etc...) graças a está técnica.

Quando tiveres que pagar 150€ + 500€ (ou mais) por um Windows OEM mais Office para usar no teu computador particular em casa, vais pensar duas vezes, e se calhar vais pensar em alternativas e se calhar a Microsoft, Autodesk (e outras) têm mais a perder do que a ganhar, apesar de oficialmente serem contra a pirataria.

Mas imagina que efectivamente a luta contra a pirataria é um sucesso, estás disposto a pagar mais pelo software do que pelo computador? Se calhar, não. Se calhar olhas para o Linux com outros olhos, porque para ver emails, escrever umas cartas, fazer umas tabelas, etc... não necessitas de um super programa. Imagina que começas a usar a sério o Linux em casa, vais querer usar Microsoft na empresa? Necessitas de usar Microsoft na Empresa? Será que não havendo pirataria trará assim tanto lucro? (Off-topic: É como a EDP uma empresa produtora de electricidade estar a oferecer lâmpadas economizadoras, oficialmente todos somes ecologistas)

Eu faço software profissionalmente e compreendo completamente a questão da pirataria do ponto de vista dos produtores, mas acho que é uma discussão que não leva a lado nenhum, é apenas show-off.

Outra questão, é a parte dos filmes (e eventualmente da música), aqui pode-se dizer que efectivamente a pirataria acabou com alguns negócio, como por exemplo o aluguer de filmes, mas não quer dizer que se não houvesse pirataria essas empresas não teriam fechado...
Concordo, palavras Sábias.

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Re: Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por jodsbrum » 07 abr 2010, 13:25

Se querem combater a pirataria porque motivo não actuam sobre os sites que a disponibilizam, assim resolvia-se o assunto, é que se eu não encontrar esse site não tenho hipótese de fazer o download.
Isto é quase como a policia andar à caça da multa, em vez de andarem a apanhar gatunos.... É MAIS FÁCIL

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Re: Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por carlos_cfr7 » 07 abr 2010, 15:55

tas correcto, mas tas so a ver o lado do mundo pago.
Eu conheço muito bem o linux e uso-o todos os dias e sei que as pessoas(particulares) nao mudam para os sistemas livres por preguiça. porque o ilegal é o que todos conhecem. aquilo que é pago é que tem dinheiro para a publicidade e as pessoas vao atras do que vêm.

Nao vou falar no mundo profissional, pk no mundo profissional és obrigado a pagar tudo.. se nao tens as facturinhas todas, e a assoft cai-te em cima, fecham-te a empresa. aí ta tudo ok. e muitas empresas ja teem linux por isso mesmo. so mesmo quem precisa de autocads e programas especificos para windows é que ainda nao muda, ou quem nao sabe que faz o mesmo com programas ou sistemas gratis.

No mundo particular, é tudo ilegal..mesmo que nao precisem, poem pirata..
-"ah preciso dum programa pra escrever texto em cima de imagem"
-"saca o photoshop é o mais famoso, o mais completo, o melhor."
o paint serve.. o gimp é gratis e ta um pco abaixo do photoshop.. as pessoas "roubam" mas nao é por necessidade..

é verdade que os programas sao conhecidos porque as pessoas tem uma copia pirata em casa, e sabem que akele programa é bom, mas quem compra sao as empresas que precisam das licenças. e as empresas estudam bem que programa dakele tipo vao comprar. alem disso quem precisa prestigio e nao é conhecido, lança versoes demo limitadas gratis.

Se as pessoas particulares tivessem de estar legais, optariam por software livre, e esse software estaria hoje muito mais desenvolvido e divulgado. só quem precisasse de funçoes mais avançadas compraria software, que gera os mesmos lucros que têm actualmente.
Se os ferraris fossem gratis pra uso domestico, quem comprava fiat?? a fiat falia.. e a ferrari tb por n ter lucros..

sobre musica e filmes parece que estamos de acordo,n?

sobre quem disponibiliza em sites, é ilegal claro e a PJ de vez em qd manda uns servidores disso abaixo.. mas a maioria está alojado noutros paises, e agora com o rapidshare e outros servidores do tipo em varios paises, ninguem pode fazer nada.. cada pais so pode exercer poder sobre os utilizadores.. para a internet as fronteiras estao escancaradas.. as musicas e os filmes podem estar à distancia dum click na internet como estao as frutas no mercado. mas para as levares precisas do consentimento do vendedor. se levas sem pagar, e sem o consentimento do vendedor, é roubar.

legalmente vejo assim as coisas.. nao é por a droga render muito dinheiro por ai a alguns desempregados muitos outros negocios por ai que passa a ser legal, ou que o governo nao deve fazer nada. ha consequencias negativas sempre pelo meio.
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Re: Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por windstorm » 07 abr 2010, 22:26

vai acontecer exactamente como no tempo da tv cabo á borla com um simples código...
tornou-se banal e fizeram legislação dura para reprimir quem fez fortuna á custa de piratear uns FTA,S ....
resultado....
a pirataria continua a existir mas num sistema underground onde existe uma rede muito fechada e users que se conhecem entre si e a informação permanece só nesses ciclos...

na internet vai acontecer a mesma coisa mas com servidores caseiros como já acontece actualmente ..
basicamente alguem monta um server em casa com grande capacidade de armazenamento e com fibra optica ou cabo de grande largura de banda... depois o seu grupo restrito de conhecidos irá pagar para aceder ou terá que tambem colocar ficheiros para poder sacar...isto tudo num ciclo muito fehado e onde as veloçidades de transmissão são dezenas de vezes mais rapidas que do rapidshare etc..
isto já acontece na actualidade ...

ou seja..
vai se acabar a pirataria para as grandes massas da internet e continua a haver para os utilizadores avançados...

a internet de grande veloçidade não vai ter problemas de maior caso a lei seja aprovada porque a alta definição, youtube, etc vão necessitar de cada vez mais veloçidade ...

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Re: Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por carlos_cfr7 » 08 abr 2010, 10:29

O que acontece com a tvcabo nao pode acontecer com internet. com tvcabo tens o sinal das redes de distribuiçao e eles nao controlam quantas pessoas estao penduradas.
Com a internet, o ISP sabe tudo o que entra e sai de cada router. O que pode fazer continuar as redes de partilhas de software ilegal incluindo multimedia é as encriptaçoes de ficheiros em que só a origem e o destino os saibam abrir. fora isso, podem saber e actuar sobre pessoas que partilhem ou usem.

Nao sei se o metodo deles (um dia mais tarde) vai ser analisar o que entra e sai do router, se a fiscalizaçao será quase como as operaçoes stop, em que analisam tudo o que podem qd interceptam as pessoas, quer na rua, aeroportos, etc etc e pedem para analisar portateis, ipods... e afins.. que nao tiver facturas ou nao conseguir provar que o que tem foi comprado, vá multinhas..

Em bares por exemplo entram a analisam as musicas dos DJs em pleno serviço. se nao houver facturinhas para tudo, musica, sistema operativo caso tenha portatil, e restante software.. multa..

Se isso um dia se estender ao mundo particular, vai ser complicado agir de forma justa.. se for pra frente, mta gente pode dar-se mal. sou ceptico que isso algum dia vá para a frente, pk nao têm meios de controlar o todo o pais relativamente a isso, mas era bom que fosse pra frente.

as pessoas em vez de terem um photoshop pirata, comprava software mais barato e davam dinheiro a pequenas empresas de software, sistemas free tinham mais desenvolvimento, e a M$/Apple perdia um bocado o monopolio.
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Re: Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por Kykoo » 12 abr 2010, 21:09

Viva,

A única forma de combaterem a pirataria em particular, e o cirber-crime em geral, é responsabilizando os utilizadores que o prevaricam! A culpa disto não é de agora, mas sim do passado. Quando houve a liberalização do acesso à rede, não houve quem tivesse o bom senso de arranjar uma forma de controlo do mesmo!
Se desde o inicio fosse criado um passaporte virtual (conta de utilizador e não de ligação), onde cada pessoa teria o seu ID, mesmo partilhando a mesma ligação, as pessoas teriam muita mais consciência dos seus actos, e não passariam impunes.
Hoje em dia a forma de acesso está mal, e o conteúdo também. Não se soube acompanhar a evolução...
Houve quem perdesse com a pirataria e quem ganhasse... No fundo a pirataria pode ser vista como um filtro: conteúdos que interessam de um lado, e conteúdos que não prestam para outro.
Mas software pirata só tem quem quer! Porque como já aqui foi dito, os utilizadores comuns sobrevalorizam certas aplicações quando na verdade é demais para aquilo que precisam. Porque é que não deixam o utilizador escolher o sistema operativo na aquisição de um computador? Porque é que vem (99.9%) com o Windows?? Será que nunca ninguém experimentou o Linux? Para o utilizador comum existe alguma diferença?? A resposta é não... A única diferença que existe é a falta de conhecimento e informação!! Querem combater a pirataria, então comecem por aí!!


Querem uma ideia radical? Cortem o acesso a toda a gente (de forma gradual como é obvio) e relancem a web 3.0, com passaportes virtuais! Diga o que se disser é a única forma!

Abraço,
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Re: Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por nokPT » 13 abr 2010, 09:44

Uma das vantagem (e desvantagens) da internet é o anonimato, ninguém sabe o que o outro faz. Com o passaporte, não será um bocadinho invasão da privacidade pessoal/empresarial/institucional?

Tal como já disse a cima, desenvolvo software profissionalmente para windows por opção minha e obrigatoriedade dos cliente, mas já tive que recorrer à pirataria para testar softwares desenvolvido por mim todo porque a microsoft diz que já instalei vezes de mais o windows :lol: . Agora uso máquinas virtuais, pelo que posso fazer e desfazer e voltar a trás e voltar a instalar e tudo normalmente.
Ricardo Timóteo

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Re: Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por Kykoo » 13 abr 2010, 12:18

nokPT Escreveu:Uma das vantagem (e desvantagens) da internet é o anonimato, ninguém sabe o que o outro faz. Com o passaporte, não será um bocadinho invasão da privacidade pessoal/empresarial/institucional
Viva,

Penso que não, até porque hoje acontece isso com a ligação do cliente ao seu ISP. Mas apenas se responsabiliza o IP de ligação, não se reconhecendo quem se liga à mesma. Com um passaporte isso estaria resolvido, pois apesar da ligação física obrigatóriamente existir deveria ser tambem de igual modo obrigado a autenticação no ISP do utilizador. Penso que esse deveria ser o caminho a ser tomado.

O anonimato é relativo, e penso que actualmente isso prejudica mais do que aquilo que beneficia... Isso é um problema secundário a partir do momento em que se crie a metodologia correcta de implementação e protocolos de segurança compatíveis com isso. Da mesma forma poderia-lhe perguntar: Alguém preocupa-se de cada vez que utiliza o telemóvel? Ou seja, preocupam-se com o facto de o fornecedor de serviço saber para quem estão a ligar?

Abraço, ;)
Técnico de Sistemas Electrónicos de Segurança

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Re: Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por hugoafonso » 09 nov 2010, 18:26

Eu tive muita atenção ao ler o que escreveram.

Mas o pensamento é simples e não precisa de ser tão escrito como os vossos.
A pirataria não existia se:
*Deixasse de ser um considerado elemento de luxo por ser original
*Não tivesse iva incluido
*Ser fabricado com material reciclado
*E deixar de ter cerca de 12 empresas a comer dinheiro na compra de um produto original , desde Fabricante,Estado(IVA),Transportadoras,Empresas anti-pirataria(IGAC,etc..)(que são meia duzia delas), lojas e por fim consumidor final.

Ora dependendo do produto, no meu caso mando vir muita coisa de Inglaterra. Posso dar um exemplo de jogo ps3 Tekken 6 original novo e embalado e facturado com data de saida Outubro 2009, preço portugal 69,90€, na mesma data preço UK já com portes incluidos 24€ com valor de portes de 1,46€(já incuidos)foi ao preço que comprei.

Se tirarem uma elação disto tudo vão compreender certamente que o valor das coisas em certos paises como o nosso não compensa.

Abraço

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Re: Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por jomc » 09 nov 2010, 19:12

*E deixar de ter cerca de 12 empresas a comer dinheiro na compra de um produto original , desde Fabricante,Estado(IVA),Transportadoras (IVA),Empresas anti-pirataria(IGAC,etc.(IVA).)(que são meia duzia delas),importador (IVA) lojas(IVA) e por fim consumidor final.
acrescentei o iva que faltava referir :lol:
resumindo a culpa é do IVA

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Re: Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por nokPT » 09 nov 2010, 20:09

jomc Escreveu:*E deixar de ter cerca de 12 empresas a comer dinheiro na compra de um produto original , desde Fabricante,Estado(IVA),Transportadoras (IVA),Empresas anti-pirataria(IGAC,etc.(IVA).)(que são meia duzia delas),importador (IVA) lojas(IVA) e por fim consumidor final.
acrescentei o iva que faltava referir :lol:
resumindo a culpa é do IVA
O IVA só é pago pelo consumidor final, as empresas não pagam IVA (pagam, mas depois recebem do estado)
Ricardo Timóteo

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Re: Parlamento contra acordo anti-pirataria

Mensagem por jomc » 09 nov 2010, 20:30

pagam mas depois recebem do estado!!! :?
1º - as empresas que contratam outras empresas sao consideradas clientes (para as segundas)
2º - ,e nunca recebem IVA do estado,(apenas se as despesas forem superiores as vendas)este valor fica retido e irá sendo actualizado cada vez que for entregue a relaçao

penso eu de que,mas atençao nao sou contabilista

isto vai ou nao encarecer o preço ao consumidor final?

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